ISSN Versión en línea 1994-9073 ISSN Versión CD ROM 1994-9081  
ISSN Versión Impresa 1816-0719  
e Biologist (Lima), 2025, vol. 23 (2), 335-345  
o
VOL. 23.  
N
2, JUL-DIC 2025  
e Biologist (Lima)  
ORIGINAL ARTICLE / ARTÍCULO ORIGINAL  
COMPARISON OF OSTEOLOGICAL METHODS APPLIED TO THE FISH  
PSECTROGASTER AMAZÔNICA EIGENMANN & EIGENMANN, 1889  
(CHARACIFORMES: CHARACIDAE)  
COMPARACIÓN DE MÉTODOS OSTEOLÓGICOS APLICADOS AL PEZ  
PSECTROGASTER AMAZÔNICA EIGENMANN & EIGENMANN, 1889  
(CHARACIFORMES: CHARACIDAE)  
COMPARAÇÃO DE MÉTODOS OSTEOLÓGICOS APLICADOS AO PEIXE  
PSECTROGASTER AMAZONICA EIGENMANN & EIGENMANN, 1889  
(CHARACIFORMES: CHARACIDAE)  
Leticia Cavalcante Santiago1 & Diego Carvalho Viana1,2*  
1
2
Núcleo de Estudos Morfofisiológicos Avançados (NEMO), Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão  
(UEMASUL), Imperatriz, Maranhão, Brasil.  
Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, Universidade Estadual do Maranhão (PPGCA/UEMA), São Luís,  
Maranhão, Brasil. E-mail: diegocarvalho@hotmail.com  
* Corresponding author: diegocarvalho@hotmail.com  
Leticia Cavalcante Santiago: https://orcid.org/ 0000-0001-8667-1267  
ABSTRACT  
e fish Psectrogaster amazonica Eigenmann & Eigenmann, 1889 (Characiformes: Characidae), known locally as “bran-  
quinha” in the Tocantins region of Maranhão, is a freshwater species found in the Tocantins River, Brazil. e main ob-  
jective of this study was to conduct an osteological analysis using anatomical techniques to better understand biodiversity  
and enable more detailed investigations. Five osteological methods were tested to assess preservation, practicality, and  
efficiency: immersion in glycerin, immersion in hydrogen peroxide, dissection, dissection with hot water, and burial. e  
results indicated that immersion in hydrogen peroxide and dissection with hot water were the most effective methods,  
facilitating the removal of soft tissues and preserving bone structures. Glycerin preserved the structures well but made  
dissection more difficult. Hydrogen peroxide, after three days, softened the tissues, allowing for easy removal. Burial,  
which lasted 60 days, was not effective for bone preservation, although it completely degraded soft tissues. Manual dis-  
section, performed over three hours, proved effective in carefully preserving the structures. Dissection with hot water was  
the most efficient method, as it quickly softened tissues, facilitating the process. Based on these results, the osteological  
Este artículo es publicado por la revista e Biologist (Lima) de la Facultad de Ciencias Naturales y Matemática, Universidad Nacional Federico Villarreal,  
Lima, Perú. Este es un artículo de acceso abierto, distribuido bajo los términos de la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY  
original sea debidamente citada de su fuente original.  
335  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Santiago & Viana  
studies of the branquinha proved relevant for understanding the biodiversity of Amazonian fish. All tested methods and  
products contributed to the observation of the specimen’s bone structures, with hydrogen peroxide being suitable for  
bone maceration and dissection, and hot water providing clear evidence of anatomical features.  
Keywords: biodiversity ichthyology – osteocyte  
RESUMEN  
El pez Psectrogaster amazônica Eigenmann & Eigenmann, 1889 (Characiformes: Characidae), conocido localmente como  
“branquinha” en la región Tocantina de Maranhão, es una especie de agua dulce encontrada en el río Tocantins, Brasil.  
El objetivo principal de este estudio fue realizar un análisis osteológico utilizando técnicas anatómicas para comprender  
mejor la biodiversidad y permitir investigaciones más detalladas. Se probaron cinco métodos osteológicos para evaluar  
la preservación, la practicidad y la eficiencia: inmersión en glicerina, inmersión en peróxido de hidrógeno, disección,  
disección con agua caliente y enterramiento. Los resultados indicaron que la inmersión en peróxido de hidrógeno y la  
disección con agua caliente fueron los métodos más eficaces, ya que facilitaron la eliminación de los tejidos blandos y  
preservaron las estructuras óseas. La glicerina conservó bien las estructuras, pero dificultó la disección. El peróxido de  
hidrógeno, después de tres días, ablandó los tejidos, permitiendo una fácil eliminación. El enterramiento, que duró 60  
días, no fue eficaz para la preservación ósea, aunque degradó completamente los tejidos blandos. La disección manual,  
realizada en tres horas, resultó eficaz para preservar cuidadosamente las estructuras. La disección con agua caliente fue  
el método más eficiente, debido a que ablandó rápidamente los tejidos, facilitando el proceso. Con estos resultados,  
los estudios osteológicos de la branquinha demostraron ser relevantes para la comprensión de la biodiversidad de los  
peces amazónicos. Todos los métodos y productos probados contribuyeron a la observación de las estructuras óseas del  
espécimen, siendo el peróxido de hidrógeno adecuado para la maceración ósea y la disección con agua caliente mostró  
evidencias claras de los accidentes anatómicos.  
Palabras clave: biodiversidad – ictiología – osteocito  
RESUMO  
O peixe Psectrogaster amazonica Eigenmann & Eigenmann, 1889 (Characiformes: Characidae), conhecido como branquinha  
na região Tocantina do Maranhão, é uma espécie de água doce encontrada no rio Tocantins, Brasil. O estudo teve como  
principal objetivo realizar uma análise osteológica utilizando técnicas anatômicas para compreender a biodiversidade e  
possibilitar investigações mais detalhadas. Foram testados cinco métodos osteológicos para avaliar a preservação, praticidade  
e eficiência: imersão em glicerina, imersão em água oxigenada, dissecação, dissecação com água quente e enterramento. Os  
resultados indicaram que a imersão em água oxigenada e a dissecação com água quente foram os mais eficazes, facilitando  
a remoção de tecidos moles e preservando as estruturas ósseas. A glicerina conservou bem as estruturas, mas dificultou a  
dissecação. A água oxigenada, após três dias, amoleceu os tecidos, permitindo uma fácil remoção. O enterramento, que  
durou 60 dias, não foi eficaz na preservação óssea, embora tenha degradado completamente os tecidos moles. A dissecação  
manual, realizada em três horas, mostrou-se eficaz, preservando as estruturas com cuidado. A dissecação com água quente  
foi o método mais eficiente, amolecendo rapidamente os tecidos, o que facilitou a dissecação. Com esses resultados, os  
estudos osteológicos da branquinha se mostraram relevantes para a compreensão da biodiversidade dos peixes da região  
amazônica, com todos os métodos e produtos testando para a observação das estruturas óssea do espécime, utilização da  
água oxigenada para a maceração de peças ósseas e a dissecação com a ajuda da água quente apresentou evidências dos  
acidentes anatômicos.  
Palavras-chave: biodiversidade ictiologia – osteócito  
336  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Comparison of osteological methods applied to the fish Psectrogaster amazonica  
INTRODUÇÃO  
menos as mesmas etapas: neutralização, remoção dos tecidos  
superficiais, maceração dos tecidos aderidos aos ossos,  
O peixe de nome científico Psectrogaster amazónica  
Eigenmann & Eigenmann, 1889 (Characiformes:  
Characidae) e conhecido popularmente como “branquinha”  
na região Tocantina do Maranhão é uma espécie de água  
doce que habita o rio Tocantins, no Brasil. Segundo  
estudos recentes, a pesca é uma das atividades extrativistas  
tradicionais mais importantes na região amazônica por  
motivos diversos e complexos. O peixe representa uma  
das principais fontes de proteína para as comunidades  
tradicionais, além disso, a pesca tem um grande papel na  
geração de emprego, sendo a pesca artesanal a forma mais  
comum existente (Barros et al., 2019).  
cocção e finalização. As maiores divergências existentes entre  
os métodos ocorrem nas etapas de remoção e maceração, nas  
quais podem ser utilizados diferentes processos químicos,  
biológicos ou mecânicos, aplicados isoladamente ou  
combinados (Netta et al., 2023). Outras técnicas como as  
que utilizam água oxigenada e glicerina são frequentemente  
utilizadas em estudos osteológicos, o peróxido de hidrogênio  
e outros agentes químicos são eficazes na remoção de tecidos  
moles dos ossos, aumentando a eficiência das técnicas de  
maceração para estudos anatômicos (Couse & Connor,  
2015). Dentre diversas técnicas, a mais utilizada ainda  
é a formalização devido ao menor custo para execução  
do procedimento, para manutenção e duração das peças.  
Entretanto, o formaldeído contém propriedades tóxicas  
danosas à saúde das pessoas que manuseiam e mantêm  
contato diário com esse composto químico (Lima et al.,  
2022).  
Apesar de ser recurso pesqueiro ainda são poucos os estudos  
conservacionistas e reprodutivo. Para isso estudos básicos  
são necessários dentre ele, o estudo osteológico para a  
compreensão da biodiversidade e propiciar investigações  
mais complexa. Segundo Venere & Garutti (2011), essa  
espécie de peixe apresenta particularidades anatômicas em  
sua estrutura óssea que a distinguem de outras espécies  
da mesma família. Essas características, como a presença  
de uma região pós-orbital em sua cabeça e uma série de  
vértebras pré-caudais alongadas, são únicas e podem auxiliar  
na identificação e classificação taxonômica da branquinha.  
No entanto, a sobrepesca e a degradação do seu habitat  
natural são ameaças que podem levar à diminuição ou  
mesmo extinção da espécie (Coelho et al., 2021). As  
diferentes técnicas utilizadas são fundamentais para a  
realização de estudos osteológicos em peixes, possibilitando  
a análise detalhada da anatomia e morfologia óssea,  
contribuindo para avanços significativos no entendimento  
do esqueleto dos espécimes (Barbosa et al., 2025; Pereira  
et al., 2025). O objetivo central desse trabalho e explorar  
o estudo osteológico da branquinha para ampliar o  
entendimento sobre as estruturas anatômicas dos peixes  
na região amazônica, identificando o método mais e ficais  
para a observação de sua estrutura óssea.  
Além disso, coleções osteológicas têm grande importância  
na pesquisa, contribuindo significativamente para avanços  
em diversas áreas do conhecimento. Estas coleções são  
referências para análises de identificações de características  
anatômicas e filogenéticas, assim obtendo estudos  
morfológicos para o desenvolvimento e entendimento  
sobre como a ciência funciona, explicando suas estruturas,  
locomoção, tamanhos, posturas, funções, perfil biológico  
dentre outros (Almeida Junior et al., 2023; Oliveira et  
al., 2023). No caso específico dos peixes de pequeno  
porte como a Branquinha, encontrada no rio Tocantins  
a análise dos ossos pode fornecer informações valiosas  
em relação ao seu ambiente e modo de vida, utilizando  
métodos distintos para visualizar e examinar suas estruturas  
ósseas. Ao focar nas características osteológicas, é possível  
inferir aspectos comportamentais e funcionais dos peixes,  
como a postura e o modo de locomoção focando nas suas  
estruturas como nadadeiras, o arranjo dos ossos vertebrais  
e a conformação do crânio podendo fornecer pistas sobre  
como esses peixes nadam, se alimentam e interagem com  
seu ambiente para compreender a estrutura anatômica da  
espécie e complementar possíveis estudos zoológicos (Brejão  
et al., 2013; Carvalho et al., 2018).  
MATERIAIS E MÉTODOS  
Para o estudo osteológico, foram utilizados cinco espécimes  
de peixes cada método totalizando 25 espécimes. Os  
espécimes foram adquiridos no mercado municipal,  
chamado de “Mercadinho” na cidade Imperatriz, Maranhão,  
Brasil. Os animais possuíam, em média, 13 centímetros de  
comprimento e 5 centímetros de largura. Foram empregados  
cinco processos distintos para a deterioração: maceração,  
enterramento, glicerinização, dissecação e decomposição  
em água. Os peixes foram submetidos a procedimentos  
de limpeza e remoção das vísceras, visando à eliminação  
de resíduos orgânicos que pudessem interferir no processo  
de preservação, para assim iniciar o tratamento com cada  
método escolhido (Gutiérrez-Ramos, 2014; Rodrigues et  
al., 2020).  
Na literatura especializada pode se encontrar diferentes  
métodos para estudo osteológico, más que seguem mais ou  
337  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Santiago & Viana  
A maceração com peróxido de hidrogênio (H₂O₂) é um  
método químico amplamente utilizado para remover  
tecidos moles dos ossos, pois promove a oxidação  
das proteínas e lipídeos, facilitando a separação entre  
partes moles e esqueleto. O enterramento baseia-se  
na decomposição natural, utilizando microrganismos,  
minhocas e insetos presentes no solo, semelhante aos  
processos descritos em protocolos de osteotécnica forense  
e de coleções zoológicas. A técnica de glicerinização segue  
protocolos clássicos de conservação anatômica, baseados na  
capacidade higroscópica da glicerina, que desidrata tecidos,  
inibe crescimento microbiano e preserva morfologia.  
A dissecação manual, este método segue os princípios  
clássicos da dissecação anatômica, enfatizados nos livros  
utilizados para referência, que destacam a importância de  
preservar a integridade óssea com manipulação cuidadosa.  
A decomposição em água quente, técnica baseada no uso  
de calor como agente desnaturante, muito utilizada em  
osteotécnica, descrita nos livros como método rápido para  
amolecimento de tecidos (Viana & Barbosa, 2021; Viana  
& Barbosa, 2022).  
Aspectos éticos: Os autores declaram que cumpriram todas  
as normas nacionais e internacionais de ética e integridade  
acadêmica.  
RESULTADOS E DISCUSSÃO  
O primeiro processo utilizado foi a maceração óssea. Para  
isso, os espécimes de peixe foram imersos em uma solução  
diluída de água oxigenada colocada em recipientes fechados,  
com a troca do líquido a cada três dias. Este procedimento  
teve como objetivo promover a deterioração dos tecidos  
moles, permitindo a visualização completa do esqueleto do  
peixe ao final do processo. Durante o período de maceração,  
observações periódicas foram realizadas para monitorar a  
progressão da deterioração dos tecidos e para que as peças  
não fossem danificadas. No final do processo, o espécime  
foi cuidadosamente limpo retirando resíduos de tecidos ou  
de larvas encontras no local, e seus ossos foram organizados  
de acordo com sua estrutura natural para permitir uma  
análise osteológica detalhada (Figura 1).  
Figura 1. Processo de maceração óssea com água oxigenada. A: Animal inteiro submergido em água oxigenada; B: Após 24hrs;  
C: após 48hrs; D: após 72hrs. Legenda: Nas figuras C e D, é possível observar a ação da água oxigenada ao longo de um período  
prolongado, degradando os componentes orgânicos dos tecidos do espécime.  
Alguns espécimes foram submetidos ao processo  
de enterramento em solo. Esse método envolveu o  
enterramento dos peixes em solo por um longo período,  
em uma profundidade de 5 cm. A temperatura ambiente  
foi mantida constante e a constituição do solo utilizada  
foi de um solo normal contendo formigas e minhocas. Os  
338  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Comparison of osteological methods applied to the fish Psectrogaster amazonica  
espécimes permaneceram enterrados até que ocorresse a  
deterioração completa de todos os tecidos moles.  
Após o período determinado, os espécimes foram  
desenterrados cuidadosamente. Em seguida, foram limpos  
meticulosamente para remover quaisquer resíduos de solo e  
tecidos remanescentes, resultando na obtenção da estrutura  
óssea íntegra dos peixes. Os ossos foram então organizados  
de acordo com sua estrutura natural para permitir uma  
análise osteológica detalhada (Figura 2).  
Durante o período de enterramento, o solo atuou  
como um meio natural de decomposição, facilitando  
a ação de microrganismos e outros decompositores  
que promoveram a degradação dos tecidos orgânicos.  
Figura 2. Processo de enterramento de carcaça no solo. A: Animal inteiro a ser enterrado; B: Após 40 dias, desenterramento  
do peixe mostrando um vislumbre da carcaça (seta); C: Animal completamente desenterrado, com a coluna vertebral e  
costelas visíveis; D: Fragmento ósseo do peixe.  
Enquanto outros foram preservados em uma solução de  
glicerina, nesse método os peixes foram colocados em  
recipientes fechados, submersos em glicerina pura, com a  
troca do líquido a cada 20 dias. A glicerina tem a capacidade  
de desidratação celular, atuando contra fungos e bactérias,  
a técnica de glicerinização proporciona uma melhor  
preservação das peças anatômicas com diversas vantagens  
entre elas, a leveza que o organismo adquire no processo  
de conservação, a morfologia é preservada o mais próximo  
da forma original e a coloração é mais clara, facilitando  
a identificação de várias estruturas de difícil visualização.  
Após a retirada do espécime de dentro do recipiente com  
a glicerina o animal foi limpo e começou a retirada de  
tecidos ainda encontrados no espécime, a glicerina atuou  
com um ótimo método de conservação, conservando cada  
parte e tecido do espécime, usado a coluna como guia foi  
se dissecando manualmente o espécime e foi notório que  
a glicerina ficou conservou o peixe e o tecidos do espécime  
estava bastante duro durante todo o processo que durou  
3hr. Enquanto outros foram preservados em uma solução  
de glicerina, nesse método, os peixes foram colocados em  
recipientes internos, submersos em glicerina pura, com a  
troca do líquido a cada 20 dias.  
A glicerina tem a capacidade de desidratar células, atuando  
contra fungos e bactérias. A técnica de glicerinação  
proporciona uma melhor preservação das peças anatômicas  
com diversas vantagens. Entre elas, a leveza que o organismo  
adquire no processo de conservação, a preservação da  
morfologia ou mais próximo da forma original, e a coloração  
mais clara, que facilita a identificação de várias estruturas  
de difícil visualização. Após a retirada do espécime do  
recipiente com a glicerina, o animal foi limpo e iniciou  
a retirada de tecidos ainda presentes. A glicerina é um  
excelente método de conservação, preservando cada parte e  
tecido dos espécimes. Usando uma coluna vertebral como  
guia, iniciou a dissecação do espécime retirando os tecidos  
cuidadosamente, e foi notório que a glicerina conservou  
339  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Santiago & Viana  
o peixe de tal forma que os tecidos ficaram bastante duros  
durante todo o processo, que durou 3 horas. No final do  
processo, o espécime foi cuidadosamente limpo, e seus ossos  
foram organizados de acordo com sua estrutura natural para  
permitir uma análise osteológica (Figura 3).  
Figura 3. Processo de glicerinação. A: Animal inteiro colocado em glicerina pura sendo possível observar os tecidos  
musculares se decompondo (seta) por meio da mudança de cor das estruturas. B: Possível observa a coluna vertebral  
que foi usada como guia para a dissecação do especime. C: Estrutura óssea do espécime mais detalhadamente. D: Peixe  
totalmente dissecado.  
O método de dissecação as amostras de peixes foram  
dissecadas utilizando materiais como pinças e tesouras  
para a remoção cuidadosa de cada tecido, garantindo que  
nenhuma estrutura óssea fosse danificada durante o processo.  
Inicialmente, foi realizado um corte vertical partindo do  
ânus do animal até a região das costelas, proporcionando  
acesso aos órgãos internos e tecidos que foram limpos  
externamente para remover qualquer resíduo superficial.  
Em seguida, cada espécime foi dissecado de maneira  
meticulosa. Os tecidos foram removidos gradualmente,  
camada por camada da cauda a cabeça, usando pinças e  
tesouras. Durante todo o procedimento, foi necessário  
extremo cuidado para preservar a integridade das estruturas  
ósseas. Ao final da dissecação, todas as amostras foram  
submetidas a uma limpeza final para remover qualquer  
resíduo de tecido remanescente. Os ossos foram então  
organizados de acordo com sua estrutura natural (Figura 4).  
e vísceras foram removidos cuidadosamente, garantindo  
que nenhuma estrutura óssea seja danificada durante o  
processo. Inicialmente, a água quente facilitou a dissecação,  
deixando os tecidos frágeis e mais fáceis de serem removidos.  
Após o tempo de fervura, o peixe foi retirado, já sendo  
possível visualizar os ossos, como as costelas, devido ao  
amolecimento e retirada do tecido próximo às costelas  
durante os 3 minutos de fervura. A partir dessa abertura,  
inicie-se a dissecação, usando a coluna vertebral como  
guia para a retirada cuidada de todos os tecidos. Durante  
a dissecação, os ossos das costelas acabaram se soltando  
da coluna devido à fragilidade resultante do processo. A  
dissecação foi realizada da cauda à cabeça, com atenção  
especial na área da cabeça, que se mostrou extremamente  
frágil e facilmente quebrável. A remoção dos tecidos foi  
facilitada pela água quente, que os deixou moles e de fácil  
retirada. Ao final da dissecação, todas as amostras foram  
submetidas a uma limpeza final para remover qualquer  
resíduo de tecido remanescente. Os ossos foram então  
organizados de acordo com sua estrutura natural (Figura 5).  
No método de decomposição em água, o espécime foi  
colocado em água fervente por 3 minutos e, em seguida,  
retirado para a dissecação detalhada dos tecidos moles.  
Utilizando materiais como pinças e tesouras, cada tecido  
340  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Comparison of osteological methods applied to the fish Psectrogaster amazonica  
Figura 4. Processo de dissecação. A: Material usado para dissecar a espécime; B início do processo de dissecação com um  
corte vertical para a retirada das vísceras e musculatura; C: O tecido do peixe foi retirado cuidadosamente para que restasse  
apenas sua estrutura óssea; D: Fragmento ósseo do peixe após a dissecação.  
Figura 5. Processo de dissecação com água quente. A: Espécime inteiro submerso em água fervente; B: Início do processo  
de dissecação com uma abertura (seta) que ocorreu naturalmente durante os 3 minutos de fervura do espécime; C: Remoção  
cuidadosa dos tecidos do peixe, deixando apenas sua estrutura óssea, utilizando a coluna do peixe como guia (seta);  
D: Fragmento ósseo do peixe após a dissecação.  
Após o período adequado de tratamento em todos os  
processos utilizados, os ossos foram cuidadosamente  
recuperados, preparados e separados de acordo com cada  
método utilizado. As características anatômicas da estrutura  
óssea da branquinha foram destacadas, incluindo o número  
e a forma de cada osso, bem como a relação entre eles.  
341  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Santiago & Viana  
Isso ajudou na identificação de características anatômicas  
específicas que são importantes para a sobrevivência desta  
espécie. Cada técnica utilizada será avaliada para encontrar  
a melhor abordagem para a preservação e análise osteológica  
do peixe, equilibrando a preservação da integridade óssea,  
a facilidade do processo, o tempo de processamento e a  
eficácia na limpeza e organização dos ossos. A preservação  
da integridade óssea é essencial, pois a melhor técnica deve  
manter a forma e minimizar danos às estruturas esqueléticas  
durante a decomposição dos tecidos moles.  
Essa dissecação natural garantiu que sobrassem apenas as  
estruturas ósseas. No entanto, por se tratar de um peixe de  
pequeno porte, foi perceptível que passou tempo demais  
enterrado, dificultando a identificação de suas estruturas,  
principalmente a cauda, nadadeiras e cabeça. Além disso,  
foram encontradas muitas larvas ao redor dessas estruturas  
na terra. Por fim, as estruturas ósseas foram separadas,  
limpas e organizadas para uma análise osteológica detalhada.  
O método de glicerinização, realizado ao longo de 60  
dias, demonstrou-se eficaz na preservação dos tecidos  
das amostras devido à glicerina ser um excelente agente  
conservador. Durante esse período, as amostras foram  
mantidas submersas em glicerina. Após a retirada das  
amostras da glicerina, iniciou à dissecação dos espécimes,  
com um foco particular na coluna vertebral usando-a  
como guia para a retira de tecidos da cauda a cabeça do  
peixe. Durante a dissecação, foi notório que os tecidos  
dos espécimes se apresentavam rígidos, o que dificultou  
o processo e o prolongou o tempo de retirada de cada  
tecido do peixe. Por último, as estruturas ósseas foram  
isoladas, limpas e organizadas para uma análise osteológica  
detalhada (Figura 3). Essa análise permitiu uma observação  
minuciosa da estrutura óssea do peixe, confirmando a  
eficácia do método de glicerinização na preservação dos  
detalhes anatômicos do peixe.  
Além disso, a facilidade do processo é um fator importante.  
Métodos que são simples e práticos, exigindo menos  
intervenções e monitoramento, são mais viáveis e o  
tempo de processamento também é crucial. Técnicas que  
promovem a decomposição completa dos tecidos moles em  
um período mais curto são mais eficientes, permitindo que  
um maior número de amostras seja analisado em menos  
tempo. A facilidade de limpeza e organização dos ossos  
após a decomposição é igualmente importante métodos  
que deixam menos resíduos e facilitam a montagem das  
estruturas ósseas são preferidos.  
Com base na eficácia de cada método, os resultados obtidos  
na deterioração para a análise osteológica mostraram  
variações significativas na eficiência de cada técnica em  
preservar a integridade e a estrutura dos ossos, que são  
notoriamente frágeis. Na maceração ósseas, os espécimes de  
peixe imersos em solução de água oxigenada apresentaram  
remoção completa dos tecidos moles após 6 dias de  
tratamento. A observação periódica revelou uma degradação  
rápida dos tecidos, destacando-se em relação aos outros  
métodos utilizados. No entanto, foi necessário monitorar  
cuidadosamente o processo para evitar a degradação  
excessiva dos ossos. Foi verificado a produção de um forte  
odor percebido após 2 dias de início do tratamento, o que  
exigiu atenção adicional. Ao final do processo, observou-  
se um clareamento significativo dos ossos. No entanto,  
algumas estruturas ósseas, especialmente na região craniana,  
foram danificadas durante o procedimento por terem  
permanecido por tempo excessivo na água oxigenada, o  
que impediu uma análise osteológica detalhada dessas  
partes como foi perceptível.  
O método de dissecação, que durou em média 2 horas,  
permitiu a remoção detalhada dos tecidos moles. Esses  
tecidos desempenham várias funções vitais para o peixe,  
incluindo movimento, digestão e respiração. Entre esses  
tecidos estão a pele, escamas, músculos e órgãos internos,  
como intestinos e brânquias. O procedimento começou  
com um corte vertical a partir do ânus do animal, seguido  
pela remoção cuidadosa dos tecidos moles, observando-se  
para evitar a quebra de qualquer osso durante o processo. O  
corte foi então direcionado para a cauda, usando a coluna  
vertebral como guia, e por último, para a região craniana.  
Essa dissecação meticulosa garantiu que todas as estruturas  
ósseas fossem preservadas completamente, permitindo uma  
análise osteológica detalhada.  
O método de utilização da água fervente no processo  
de dissecação de peixes mostrou-se eficaz na dissecação  
dos tecidos, facilitando a remoção dos mesmos e  
proporcionando uma visualização clara das estruturas  
ósseas. A exposição do espécime à água fervente por 3  
minutos foi eficiente no amolecimento dos tecidos moles,  
facilitando significativamente sua remoção com o uso  
apenas de pinças e tesouras. Como o amolecimento  
dos tecidos durante a dissecação, foi reduzido o tempo  
necessário para o procedimento, que durou 1 hora e 40  
minutos, minimizando o risco de danos à estrutura óssea.  
O método de enterramento, que durou 60 dias, permitiu  
a remoção detalhada dos tecidos moles, sobrando somente  
sua estrutura óssea. A decomposição natural do solo com  
a carcaça do peixe removeu qualquer resíduo de pele e  
órgãos durante todo o processo. O procedimento começou  
com o enterramento do peixe inteiro, sem a remoção  
de nenhuma parte interna ou externa do espécime. Foi  
colocado em uma profundidade de 5 centímetros do solo  
e aguardou-se a deterioração natural durante os 60 dias.  
342  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Comparison of osteological methods applied to the fish Psectrogaster amazonica  
Este efeito foi observado imediatamente após a retirada do  
peixe da água fervente, quando já era possível notar uma  
abertura abaixo das costas do peixe e visualizar a ponta das  
costas do espécime. O amolecimento dos tecidos facilita a  
dissecação, permitindo que sejam removidos com maior  
precisão. Durante o processo de dissecação, foi observado  
que os ossos das costelas se soltaram da coluna vertebral.  
Este efeito pode ser atribuído à fragilização dos tecidos  
conjuntivos devido à exposição à água quente. Embora  
isso represente um desafio em termos de manutenção  
da integridade da estrutura óssea durante a dissecação,  
também demonstra a eficácia da água quente em deteriorar  
os tecidos. Por fim, as estruturas ósseas foram separadas,  
limpas e organizadas para uma análise osteológica detalhada.  
Todos os métodos foram organizados e comparados para  
determinar o mais eficaz na preservação da estrutura óssea  
do espécime. Essa análise permitiu identificar as técnicas que  
oferecem os melhores resultados em termos de integridade  
e clareza das estruturas ósseas, facilitando estudos futuros  
e comparações anatômicas (Tabela 1).  
Tabela 1. Comparação da integridade óssea entre os métodos com o espécime Psectrogaster amazonica.  
Facilidade de  
limpeza  
Ossos  
vertebrais  
Ossos da  
costela  
Ossos  
craniano  
Integridade  
óssea  
Métodos  
Tempo  
Glicerinização  
Enterramento  
Água oxigenada  
Dissecação  
3horas  
60 dias  
6 dias  
alta  
pequena  
média  
alta  
alta  
alta  
alta  
alta  
alta  
86  
81  
87  
98  
92  
12  
12  
9
1
1
1
1
1
3horas  
1h 40m  
16  
15  
Água  
alta  
A maceração com água oxigenada mostrou-se  
particularmente eficaz na preservação da integridade dos  
ossos, por ser rápida. Embora tenha a desvantagem de  
destruir ossos pequenos, principalmente ossos de crânio,  
o uso da água oxigenada como alternativo de maceração  
química apresenta a vantagem da rapidez no preparo  
do esqueleto (Silveira & Oliveira, 2008). No entanto,  
é necessário ter atenção especial para não danificar  
totalmente a estrutura, uma vez que o processo pode corroer  
rapidamente os tecidos.  
conservador. A glicerinação é uma técnica de conservação  
de peças anatômicas que pode ser utilizada devido as suas  
características antifúngicas e bactericidas que protegem  
as peças sem a necessidade de um conservante (Lima et  
al., 2022). Foi notório que os tecidos dos espécimes se  
apresentavam rígidos após o período que ficaram submersos,  
devido à glicerina, que é ótima para a preservação dos  
detalhes anatômicos do peixe.  
A dissecação exige cuidados adicionais para evitar danos e  
garantir a limpeza completa dos ossos, sendo um processo  
mais detalhado e que demanda uma atenção especial.  
A dissecação de animais mortos ainda é o método mais  
importante e eficiente para estudar e entender a anatomia  
(Hall et al., 2013). Essa dissecação meticulosa garantiu que  
todas as estruturas ósseas fossem preservadas completamente  
por se tratar de um método mais prático e fácil.  
A decomposição natural do solo com a carcaça do peixe  
removeu qualquer resíduo de pele e órgãos, permitiu a  
remoção detalhada dos tecidos moles, sobrando somente  
sua estrutura óssea. Durante a decomposição da carcaça,  
os tecidos sofrem alterações bioquímicas: as células sofrem  
autodigestão, os micróbios entéricos fermentam produtos  
celulares e os tecidos se degradam. Por fim, os fluidos de  
decomposição são liberados como uma fonte efêmera de  
nitrogênio (N) e carbono para o ambiente circundante  
(Keenan & Debruyn, 2019). No entanto, por se tratar de  
um peixe de pequeno porte, foi notório que o tempo que  
deve ficar submerso no solo é menor do que o necessário  
para peixes de grande porte, o que pode dificultar a  
identificação de suas estruturas, principalmente a cauda,  
nadadeiras e cabeça, caso permaneça enterrado por um  
período prolongado.  
A água quente amoleceu os tecidos do peixe, que facilitou  
a dissecação, permitindo que sejam removidos com maior  
precisão. A água quente ajuda a acelerar o processo de  
quebra dos tecidos, transformando-os em uma consistência  
gelatinosa, permitindo a separação manual dos ossos  
(Bittner-Frank et al., 2024). A água quente embora  
represente um desafio em termos de manutenção da  
integridade da estrutura óssea durante a dissecação, também  
demonstra a eficácia em deteriorar os tecidos do espécime.  
Com esses resultados, os estudos osteológicos da  
branquinha se mostraram relevantes para a compreensão  
A glicerina demonstrou-se eficaz na preservação dos tecidos  
das amostras devido à glicerina ser um excelente agente  
343  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Santiago & Viana  
da biodiversidade dos peixes da região amazônica, com  
todos os métodos e produtos testando para a observação  
das estruturas óssea do espécime, utilização da água  
oxigenada para a maceração de peças ósseas e a dissecação  
com a ajuda da água quente apresentou evidências dos  
acidentes anatômicos. Com base nesses critérios, a imersão  
em água oxigenada e a dissecação se destacaram como  
técnicas eficazes para o estudo osteológico dos peixes ao  
proporcionar tempo de preservação, praticidade e eficiência.  
No caso específico dos peixes estudados, a imersão em  
água oxigenada e a dissecação, e dissecação com auxílio da  
água quente, se destacam como métodos promissores, por  
preservar a estrutura óssea de maneira adequada.  
Barbosa, L. A., Maciel, M. D. S., Gomes, F. R., Jawad, L.,  
Queiroz, C., & Viana, D. C. (2025). Evaluating  
morphometric variations in tocantins river fish:  
implications for conservation. Acta Scientiarum.  
Animal Sciences, 47, e72269.  
Barros, F. B., Porro, N. S. M., Linhares, S. A. A., & Brito, S.  
C. (2019). A tradição da pesca no Território Sesmaria  
do Jardim (Maranhão): Conflitos socioambientais  
e estratégias de mobilização. Vivência: Revista de  
Antropologia, 53, 128-152.  
Bittner-Frank, M., Strassl, A., Unger, E., Hirtler, L.,  
Kainberger, F., Windhager, R., & Benca, E. (2024).  
Effect of hot water maceration, rehydration, and soft  
tissue presence on 3D geometry of bone. Forensic  
Science, Medicine and Pathology, 21, 98-106.  
Author contributions: CRediT (Contributor Roles  
Taxonomy):  
Brejão, G.L., Gerhard, P., & Zuanon, J. (2013). Functional  
trophic composition of the ichthyofauna of forest  
streams in eastern Brazilian Amazon. Neotropical  
Ichthyology, 11, 361–373.  
LCS = Leticia Cavalcante Santiago  
DCV = Diego Carvalho Viana  
Carvalho, M.L., Costa Silva, G.J.D., Melo, S., Ashikaga,  
F.Y., Shimabukuro-Dias, C.K., Scacchetti, P.C.,  
Devidé, R., Foresti, F., & Oliveira, C. (2018).  
e non-monotypic status of the neotropical fish  
genus Hemiodontichthys (Siluriformes, Loricariidae)  
evidenced by genetic approaches. Mitochondrial  
DNA Part A, 7, 1-7.  
Conceptualization: LCS, DCV  
Data curation: LCS, DCV  
Formal Analysis: LCS, DCV  
Funding acquisition: LCS, DCV  
Investigation: LCS, DCV  
Coelho, S.O., Alves, S.F., Lima, B.T., Nascimento, L.,  
Fernandes, V.T., & Oliveira, F.J. (2021). A fauna de  
peixes do Rio Tocantins, bacia Araguaia-Tocantins:  
composição, conservação e diversidade. Acta  
tecnologia, 15, 57–80.  
Methodology: LCS, DCV  
Project administration: LCS, DCV  
Resources: LCS, DCV  
Software: LCS, DCV  
Couse, T., & Connor, M.A. (2015). A comparison of  
maceration techniques for use in forensic skeletal  
preparations. Journal of Forensic Investigation, 3, 6.  
Supervision: LCS, DCV  
Validation: LCS, DCV  
Visualization: LCS, DCV  
Gutiérrez-Ramos, J.N. (2014). Taxidermia conceptos:  
tendências, retos y desafios. Sagasteguiana, 2, 59–86.  
Writing – original draft: LCS, DCV  
Writing – review & editing: LCS, DCV  
Hall, E.R., Savis, R.C., Weller, R., Powney, S., & Williams,  
S.B. (2013). Fazer dissecações de maneira diferente:  
uma abordagem de aprendizagem estruturada e  
assistida por pares para maximizar a aprendizagem  
em dissecações. Anatomical Sciences Education, 6,  
56–66.  
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS  
Almeida Junior, E., Ferreira, O. E., Souza, O. F., Januario,  
B. J. M., Neta, A. P. E., & Torres, P. I. (2023).  
Coleção osteológica de referência da faculdade de  
medicina da fap-araripina (PE). Revista OWL, 1,  
240–247.  
Keenan, S. W., & Debruyn, J. M. (2019). Changes to  
vertebrate tissue stable isotope (δ15N) composition  
during decomposition. Scientific reports, 9, 1–12.  
Lima, C. P. G., Barbosa, P. L., Melo, A. P. A., Nascimento,  
S. F. U., Pereira, S. C. A., Brito, S. J., & Rizzo,  
344  
º
e Biologist Vol. 23, N 2, jul - dec 2025  
Comparison of osteological methods applied to the fish Psectrogaster amazonica  
H. (2022). Comparação entre diferentes técnicas  
empregadas na conservação e manutenção de peças  
anatômicas. Ciência Animal, 32, 1–8.  
Rodrigues, C. A. L., Costa, J. F., Chung, L. B. O., Espínola,  
N. B. S., Viana, D.C. & Iannacone, J. (2020).  
Osteologia de Sciades couma valenciennes, 1864  
(Osteichthyes, Siluriformes; Ariidae). e Biologist  
(Lima), 18, 29–38.  
Netta, B. C. L. J., Macedo, M. R., & Costa, N. A. (2023).  
Comparação de métodos de osteotécnica: proposição  
de protocolo detalhado para prática laboratorial  
apropriada. Acta Biológica Brasiliensia, 6, 63–75.  
Silveira, M. J., & Oliveira, E. F. (2008). A importância das  
coleções osteológicas para o estudo da biodiversidade.  
SaBios-Revista de Saúde e Biologia, 3, 1–4.  
Oliveira, A. F., Torati, S. L., Borin-Carvalho, A. L., Lima,  
K. F. L., Demiciano, H. T., Silva, T. J., Barroso,  
S. A., & Varela, E. (2023). Fish size correlates to  
size and morphology of intermuscular bones in  
Tambaqui Colossoma macropomum as shown by  
dissection and X-ray imaging methods. Fishes, 8,  
180.  
Venere, P. C., & Garutti, V. (2011). Peixes do Cerrado-  
Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia. RiMa  
Editora. p. 52–54.  
Viana, D. C., & Barbosa, L. A. (2021). Técnicas Anatômicas  
na prática. Editora CRV.  
Viana, D. C., & Barbosa, L. A. (2022). Técnicas anatômicas  
Pereira, M. C., Souza, R. F. C., Barbosa, L. A., Viana,  
D. C., Cunha, D. B., & Queiroz, C. (2025).  
Ichthyofauna of the Middle Tocantins River,  
Imperatriz, Maranhão, Brazil. International Journal  
of Agriculture and Biology, 33, 1-6.  
na prática. Editora CRV.  
Received November 4, 2025.  
Accepted December 13, 2025.  
345